Um lugar
que eu queria muito conhecer é o jardim botânico. O dia era tão alegre, o sol tão
simpático. Logo após chegar, reconheci na entrada *a dança* de Matisse nesta escultura da Alice
Pittagula. Aproximei-me e uma plaquinha ao lado avisa que é uma homenagem ao
grande artista francês. Varias vezes, notei fortes ligações entre o Rio e o meu
país. Um amigo Carioca do meu marido explica que o Rio sempre foi extremamente
ligado à França enquanto que São Paulo é mais ligado com a Itália. Ele deu um exemplo: no Rio, as mulheres são tratadas
de Madame, em São Paulo de Dona. Realmente, até na novela Fina Estampa, notei
que o segurança da Tereza Cristina a chama de Madame.
Subimos num
transporte ecologicamente correto: um carrinho elétrico! Percorremos lentamente
esse cenário paradisíaco. Passamos por árvores centenárias e frondosas, por espécies
exóticas, cactos, palmeiras, bromélias, uma variedade incrível de plantas exalando
um frescor aliviante num dia de sol radiante. O carrinho
parou na frente do orquidário. Disseram-me que é o famoso joalheiro Antonio
Bernardo que toma conta do lugar.

Ah que legal, vejo que sua estadia no Rio foi bastante proveitosa! O Jardim Botanico foi um dos presentes de Dom João VI ao Brasil, quando da sua vinda para cá, fugindo do Napoleão Bonaparte. Isto tambem devemos aos franceses, pois se Bonaparte não tivesse invadido a Europa, Portugal incluso, a familia real não teria vindo para cá. E com certeza nós teriamos uma historia bem menos rica para contar. Como sempre, muito pertinentes seus reparos e impressões.
ResponderExcluirBeijos
Marcia,
Excluirobrigada pelo comentário super legal! Beijos