sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Apartamentos Imperiais palácio HOFBURG - Viena

Arrumando as fotos no meu computador, notei que havia ainda algumas coisas sobre Viena que eu não mostrei ainda. Resolvi terminar o assunto, para depois apresentar o roteiro de Veneza. Quero depois retomar também o que vi em Sevilha. Relatar as viagens que eu fiz recentemente me ajuda a memorizar mais, decorar os nomes dos lugares. Vira um diário de bordo, um ótimo método para guardar lembranças. Para quem não viu ainda, é bom clicar no marcador que fica situado nesta pagina: Viena, Agosto 2011. Tem uma porção de dicas (bares, restaurantes, museus). Hoje vou falar do palácio Hofburg onde visitei os aposentos particulares da Sissi Imperatriz. Era proibido tirar fotografia das salas, das roupas e dos moveis. Podemos passar pelo quarto da Elizabeth e observar as suas barras de madeira e outros objetos que ela usava para se exercitar fisicamente. Ela era uma excelente amazona e gostava de manter o seu corpo enxuto. Dizem que ela devia sofrer de anorexia. Seguia dietas malucas, mandava os seus empregados espremer carne para beber o sangue cru!  
                                                             
Sissi continua fascinando todo mundo. Fotografei discretamente um dos seus admiradores (foto tirada na parte que apresenta as louça, ali é permitido). Antes de chegar até os aposentos, passamos por uma exposição que mostra uma réplica do vagão de trem imperial. Elizabeth não parava de viajar. A blusa que ela vestiu no dia em que foi assassinada encontra-se numa vitrina e o estilete usado para matá-la também. Podemos ver um rasgo à altura do seio. Vemos também a sua mascara mortuária. Isso é meio sinistro. Alias, eu fui ver o túmulo dela que se encontra na Cripta Real dos Habsburgo na Igreja dos Capuchinos. Eu não quis postar nada daquele lugar porque é altamente sinistro. Saí de lá impressionada com as jazidos cobertos de caveiras e ossos de bronze. 

Em alguns salões de Hofburg, podemos ver também umas estatuas de cera representando a esguia Sissi vestindo as roupas que ela utilizou nos bailes. Ao me aproximar li que as roupas eram réplicas e as jóias eram falsas. Ninguém sabe onde foram bater as autênticas. A imperatriz chegou a dar as suas estrelas de diamantes para as suas damas de companhia. Vemos umas copias enfeitando o penteado de um dos manequins. Os poucos acessórios que pertenceram de fato a Imperatriz são uns pares de luvas, uma sombrinha de renda, um chapéu com véu. Tudo esta desbotado e puído pelo tempo. É um fato, todos nos acabamos em poeira, mesmo as belas imperatrizes. De repente comecei a cantarolar uma antiga canção da Françoise Hardy: 

Nós somos tão pouca coisa//E minha amiga, a rosa me disse esta manhã// Na aurora eu nasci, batizada com orvalho// Eu desabrochei, feliz e amorosa, ao raio do sol//à noite eu me fechei e acordei velha


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